terça-feira, 30 de novembro de 2010

ORIGEM DO NOME DA ESCOLA

A escola Municipal de Ensino Fundamental Padre Chiquinho teve sua criação através do decreto lei nº. 76 de 19 de outubro de 1973, com o nome de Grupo Escolar Municipal Padre Chiquinho, siuado à Rua Campos Sales nº. 881-Bairro Areal.

Seu nome foi dado em homenagem ao Padre José Francisco Pucci, o Padre Chiquinho, pelo então prefeito de Porto Velho Jacob de Freitas Atallah. A escola foi inaugurada com duas salas de aula atendendo os três turnos ( 1º grau e MOBRAL). Sua primeira diretora a senhora Profª. Denise Ribeiro de Toledo e ainda a senhora Maria Helena Nina e Nilce Barata (vice-diretora) que permaneceu por vinte e sete anos. O primeiro diretor eleito o Prof. Jonir Tavares de Souza, Luiz Clodoaldo Cavalcante Filho e Domingas Luciene Feitosa Sousa que administraram por aproximadamente três anos. Atualmente a Direção e composta pelos seguintes administradores: Luiz Clodoaldo Calvalcante Filho, Domingas Luciene Feitosa Sousa e Denilson Amorim .

Bibliografia do Padre Chiquinho

Padre José Francisco Pucci, o Padre Chiquinho, como era carinhosamente conhecido por toda parte onde andava, era filho de Francisco Pucci e Santa Furllnii, nasceu no dia 03 de julho de 1893 em Viloni/Itália pouco depois sua família imigrou para o Brasil, indo morar em Sacramento-Minas Gerais em 1906; entrou no Colégio Salesiano São Joaquim de Lorena/SP em 28 de janeiro de 1908, foi ordenado sacerdote.Sobrinho de Santo Antonio Maria Pucci canonizado em 1962 ”Padre Chiquinho” viveu 77 anos, 45 dos mesmos, gastos na linha de frente, nas trincheiras missionárias da Amazônia dos quais 39, aqui na Prelazia de Porto Velho.

Durante toda a sua existência dedicou-se principalmente aos humildes, sentia o sofrimento do próximo mais do que ele mesmo. Sabia espalhar o bálsamo e o conforto em todos os corações amigos ou inimigos sem distinção. Quanta bondade e gentileza usava com os doentes.

Ao final de suas forças em 1967 ficou definitivamente na cidade de Porto Velho, encarregado das confissões da Catedral e da assistência religiosa ao hospital São José, aos patronatos, leprosários e maternidade. Sacrificou-se pelos outros até os últimos instantes de sua vida. O seu último trabalho foi preparar os doentes para receberem o sacramento, no dia 25 de junho de 1970 no hospital São José morria o “Padre Chiquinho”.

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